Ambiente e Espaços Verdes
 

 

 

Troque resíduos por plantas recolheu quse 2.500 resíduos

Duas mil duzentas e cinquenta e seis pilhas, 67 pequenos eletrodomésticos, 52 lâmpadas, 35 carregadores e 6 tinteiros representam os quase 2.500 resíduos recolhidos na campanha “Troque Resíduos por plantas”, que decorreu no dia 21 de outubro, no Viveiro Municipal.

Apesar dos ajustes que a atividade sofreu devido à pandemia e, consequentemente, ter registado uma quebra em relação à edição anterior, o balanço feito pelo Vice-Presidente do Município de Proença-a-Nova, João Manso, é positivo, pois “as pessoas estão cada vez mais sensibilizadas para a reciclagem e, não fosse a situação atual que vivemos, acredito que teríamos uma adesão superior à do ano passado. As pessoas acumulam este tipo de equipamentos em casa e esta é uma forma de reaproveitá-los, entregando-os aqui e em troca receberem uma planta, contribuindo assim para biodiversidade nos jardins e hortas. Uma parte deste material será entregue ao Agrupamento de Escolas para o projeto Eco Escolas que tem por base a reciclagem de resíduos elétricos e o restante é entregue ao nosso centro de recolha de resíduos para serem reciclados. Este é o nosso contributo para uma economia circular na preservação da natureza e, em especial, do nosso concelho”.

Na época de plantação por excelência para a grande maioria dos arbustos e árvores, o Município de Proença-a-Nova realizou mais uma edição desta campanha, tendo contado, mais um vez, com a participação dos munícipes que em troca dos seus bens em fim de vida, levaram para casa um total de 33 árvores e 90 arbustos, maioritariamente os mais caraterísticos da flora autóctone. Entre as árvores escolhidas, destacaram-se: freixo, choupo negro, tília, cipreste vela, pinheiro manso, nogueira, castanheiro, carvalho alvarinho; nos arbustos, alecrim, folhado; medronheiro; murta; e nas ornamentais, salientaram-se as seguintes: noveleiro ou Bola de Neve, escalonia, hortênsia, abélia, berberis, buxos e cotoneaster.

 

Limpeza e Desobstrução de Linhas de Água

Nos termos do n.º 3 do artigo 21.º da Lei n.º 54/2005, de 15 de novembro, conjugado com o n.º 5 do artigo 33.º da Lei n.º 58/2005, de 29 de dezembro, determina-se que os proprietários ou possuidores de parcelas de leitos e margens confinantes com cursos de água, nas frentes particulares fora dos aglomerados urbanos, deverão proceder à limpeza e desobstrução das linhas de água de drenagem natural dessas mesmas parcelas.

Os trabalhos consistem num conjunto de operações destinadas à limpeza do curso de água, nomeadamente a retirada da vegetação invasora, das árvores caídas e todo o tipo de detritos que possam criar obstáculos ao normal escoamento das águas e/ou reduzir a sua capacidade de vazão.

Assim, divulga-se informação/orientação emitida pela Agência Portuguesa do Ambiente, que poderá consultar aqui.

 

Dicas de Poupança de Água

Veja aqui como poupar água em casa!