Região
rica em artesanato (se bem que sem grande expressão económica)
tendo-se dedicado um razoável número de habitantes à
sua produção. Hoje em dia, com tendência a desaparecer,
pela procura da melhoria da condição de vida, os seus
artesãos estão cada vez mais velhos.Para incentivar as gentes mais jovens para a recuperação deste património cultural, a autarquia, em parceria com o Centro de Emprego e
a Associação Pinhal Maior tem promovido cursos e acções
de formação, a fim de não deixar morrer uma identidade
própria, principalmente no que respeita a bordados,
tecelagem e empalhamento
(por se obterem produtos economicamente mais rentáveis). Outra
área de acção artesanal que ainda subsiste, nomeadamente
na freguesia de Sobreira Formosa é a latoaria. |
||||||||||||||||||||
|
|
||||||||||||||||||||
|
||||||||||||||||||||
|
1
No Centro de Artes e Ofícios, o Ceramista Paulo Alves e a Escultora
Iola Vale, com formação superior da Academis de Belas-Artes
do Porto, elaboram e expõem peças únicas de Rakú*
; recuperam o design de peças de barro típicas da culinária
local (alguidares da matança, cacos de resina, bacias da salada
de almeirão...) conferindo-lhes um toque pessoal; realizam
ateliers de Verão (com particular incidência na vertente
de Educação Ambiental - Mat. Reciclado) e workshops
para gente de todas as idades (incluindo pessoas com necessidades
especiais).
2 Artistas não residentes, mas naturais do Concelho, com o qual mantêm uma estreita relação. |
||||||||||||||||||||